...que desenho no meu rosto
com a polpa dos meus dedos
as formas simétricas do teu rosto,
urgência em o poder tactear...
...e que no meu corpo, com os dedos humedecidos
pela seiva que o amor fez brotar,
esboço o desenho do teu corpo
num acto urgente de o tocar...
...e ali, onde se me acabam as mãos,
afago esse rosto pousado, desenhado,
e, no meu leito, o retrato desse corpo
imaginado ao meu lado.
Imagina...
2 comentários:
seu comentário no IeBN me emocionou tanto, mas tanto...Incrivel a sua sensibilidade!
beijos
Sandra,
Exagero o seu! Levei horas a pensar e a escrever, tamanha era a qualidade do post que comentava.
Obrigada pela simpatia.
Beijos
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