
Os corpos!
No silêncio da noite, os corpos aparecem mais belos do que nunca,
Sob um céu estrelado que brilha em todo o seu esplendor.
Percorrem sempre de forma indeterminada, incerta
na certeza, porém, que agora vivem.
É saboreado cada momento.
O toque!
E o silêncio de novo, que cresce cada vez mais.
E o amor dos momentos que aumenta e diminui de intensidade,
como aumentam e diminuem de compasso os andamentos musicais.
O infinito!
Tremuras e tremores, mordeduras e suores,
e mais do que se possa imaginar, fazem daquele momento
o mais belo retrato do porvir, do tempo que há-de vir.
(foto de Alba Luna)
3 comentários:
Maria, deixas-me sem palavras perante a beleza deste texto.
Um beijo por este espaço tão delicioso.
ofthewood, as tuas palavras são muito amáveis. obrigada.
Na Noite, tudo parece mais belo e misterioso ou não fosse ela uma parte do dia adversa e complexa. Tudo nela é mágico, impertinente, mas belo.
É na noite que todos os artistas revelam o seu lado mais místico, mais profundo.
é na noite que me fundo e confundo!
Mil beijinhos!
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