Por onde andas tu, marinheiro?
Que marés enfrentas no teu mar?
Preciso da tua companhia
Preciso urgente de te amar.
Por onde andas tu, marinheiro?
Por onde andas tu a marear?
Quero ficar no teu porto de abrigo
E, nele, o amor preenchido, amor que persigo.
Preenchido de beijos e abraços
Como só nós sabemos e ousamos dar.
Juntos seremos e estaremos unidos com o mar
Como se cada dia fosse o último e o terminar.
Terminar, o quê? O que não teve início nem parece ter fim...
Abraça-me com força e nesse teu abraço
Estaremos os dois unidos num enlace, assim...
3 comentários:
Ola!
Gostei muito deste poema.
Sentir aquele braço com força e o que preciso.
O que nunca teve inicio nem parece ter fim , como dizes, e uma dor sem fim...
As melhoras!!
Beijinho
Estou aqui!
Cá está ele (o poema)
:)
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