sexta-feira, 23 de maio de 2008

Onde estará o meu amor

Por onde andas tu, marinheiro?
Que marés enfrentas no teu mar?
Preciso da tua companhia
Preciso urgente de te amar.

Por onde andas tu, marinheiro?
Por onde andas tu a marear?
Quero ficar no teu porto de abrigo
E, nele, o amor preenchido, amor que persigo.

Preenchido de beijos e abraços
Como só nós sabemos e ousamos dar.
Juntos seremos e estaremos unidos com o mar
Como se cada dia fosse o último e o terminar.

Terminar, o quê? O que não teve início nem parece ter fim...
Abraça-me com força e nesse teu abraço
Estaremos os dois unidos num enlace, assim...

3 comentários:

Anónimo disse...

Ola!

Gostei muito deste poema.
Sentir aquele braço com força e o que preciso.
O que nunca teve inicio nem parece ter fim , como dizes, e uma dor sem fim...
As melhoras!!

Beijinho

rb disse...

Estou aqui!

R. disse...

Cá está ele (o poema)

:)

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